É comum pensarmos que a vida consagrada (ser padre, freira ou missionário) é o caminho “mais difícil” e o matrimônio é o caminho “comum”. A Igreja nos ensina algo muito mais belo: ambos são caminhos de renúncia e de alegria extrema.
- O Matrimônio: Não é apenas um contrato social. É um sacramento onde o homem e a mulher se tornam sinais do amor de Cristo pela Igreja. É o caminho de se santificar através do serviço ao outro e da educação dos filhos para o Céu.
- A Vida Consagrada: É o sinal de que o mundo passa e só Deus fica. Quem se consagra antecipa na terra o que todos viveremos no Céu: seremos todos inteiramente de Deus. É uma entrega total do coração para servir a todos, sem exclusividade.
Qual escolher? A pergunta não é “qual é o melhor?”, mas “qual é o meu?”. Ambos exigem sacrifício e ambos transbordam graça. Se você se imagina dando a vida por uma família, o Matrimônio pode ser sua via. Se sente que seu coração é “grande demais” para pertencer a uma só pessoa e deseja ser todo de Deus, a Vida Consagrada pode estar batendo à sua porta.